Dimensionamento

Apresentação:

A moeda é um valor instituído e reconhecido num ESTADO/MERCADO e é esta a dimensão geral em que ela se aplica.

Dividimos os MERCADOS/ESTADOS em interno e externo. Sobre o MERCADO EXTERNO e a COMUNIDADE DE NAÇÕES temos pouca possibilidade de transformações no momento. O Mundo ainda tem uma prevalência do CAPITAL e uma sustentação forte na ideologia “capitalista”.

A TECNOLOGIA rompe barreiras, entretanto ainda não estamos politicamente preparados para uma interação internacional, mas já experimentamos transformações na última décadas em nosso Brasil, em nosso MERCADO/ESTADO.  Podemos avançar mais e novamente se desejarmos. A experiência de Distribuição de Renda aplicado pelos governos eleitos pelo povo em 2002, em 2006, em 2010 e em 2014 mostraram o caminho do desenvolvimento econômico.

Mais renda distribuída, mais consumo, mais produção e com isso maior riqueza para toda a sociedade. Se mantivermos o ciclo e aumentarmos a participação de todos na distribuição de renda teremos um retorno maior de produção, de consumo e consequentemente de renda e riqueza.

Para dimensionar a RENDA que o MERCADO/ESTADO disponibiliza e que “move” a economia utilizei como referência o Orçamento Geral da UNIÃO. A totalidade estimada pelo IBGE para a população brasileira em 2018 baseada no CENSO de 2010 que estima um total de 209.831.378 indivíduos distribuídos por gênero e faixas etárias.

Este modelo mostrou que aplicando as regras de Economia, de Direito, de Contabilidade ele funciona.

Funciona ainda que seja num processo híbrido com a existência de duas moedas. As distorções promovidas ao longo dos séculos desde o descobrimento no Brasil criou um tipo de ideologia “capitalista” diferenciada. Um “capitalismo” de excluídos em que destruir a concorrência é mais simples do que enfentrá-la ou desafiá-la.

Das Capitanias Hereditárias onde foi fracionado o território brasileiro como se fosse uma coisa e distribuído estas partes/propriedades a “nobres” importados, das doações de áreas públicas para famílias e empresas,  da usurpação de terras de povos indígenas, da validação territórios para grileiros, para posseiros,  para latifúndios produtivos e/ou improdutívos há uma herança, ainda hoje, sendo transmitida por gerações de proprietários dificil de se resolver em um curto prazo, mas não impossível de se harmonizar e ser promovida por uma justiça social.

Da exploração do ESTADO/MERCADO criamos uma estrutura de representação de Poder que tornou agentes públicos em criadores de seus próprios privilégios abandonando qualquer possibilidade de entendimento de um MERCADO ou ESTADO capaz de funcionar sem ser totalmente transformado. Este processo poderá acontecer de forma violenta, como assistimos hoje este enfrentamento, ou de uma forma harmonizada com escolhas feitas por todos para determinar quem administra e de que forma será adminstrada a sociedade.

Da influência dos que detem CAPITAL nacional ou Internacional experimentamos a crueldade da ideologia “capitalista”. Intervenções em todo o projeto de governo que busca distribuir riqueza para os nacionais.

Através de influências pouco recomendadas num mundo em que DIREITO e CONTABILIDADE aliados à TECNOLOGIA podiam transformar e melhora a vida e o bem estar social dos brasileiros subverteram a ordem. Criaram cargos, dividiram ESTADOS FEDERADOS, dividiram e multiplicaram os MUNICÍPIOS de forma que o CAPITAL pudesse comprar seus representantes, ainda que aparentemente eleitos pelo povo. Através destes representantes, desde o descobrimento e a partir da colonização e exploração do Brasil foi mantida a regra de exploração “capitalista” de exploração e acúmulo de riquezas por uns poucos e expropriação de todos os demais que foram declarados índios sem propriedadese sem alma, negros escravizados ou a ralé desterrada ou vinda como imigrantes para servir de mão de obra barata.

Através de discurso transformaram o Brasil numa TERRA que pertecia ao CAPITAL e o TRABALHO seria o reconhecimento do esforço animal domesticado, mesmo que este esforço fosse realizado por seus iguais.

Assistimos estas histórias repoduzidas pela MIDIA subserviente através de novelas romanceadas em que a prevalência do CAPITAL determina os valores sociais e políticos. Não só isso. Assistimos em novelas uma “não critica” dos costumes. Personagens corruptos, mentirosos, violentos e falsos são promovidos e “punidos” numa tela de televisão, entretanto, na vida real esta mesma tela se omite a realidade quando não, bem ao contrário, mostra o certo como errado e o errado como a única saída possível.

É neste ambiente que o estudo se processa e reconhece que para que ele seja aplicado há necessidade não só de vontade política, mas de um desejo coletivo que impulsione mudanças para que ela possam acontecer.

Ainda bem que contamos com TECNOLOGIA.

O desenvolvimento de outras nações não passa por nossas vontades ou por consultas sobre o que desejamos para nós mesmos. Europa, Ásia, África, Oceania e outras nações da América traçam seus caminhos ainda que sob pressão internacional, sobre as quais, aqui se reproduzem ruídos de sucesso ou de insucesso de acordo com o que o CAPITAL e a ideologia “capitalista” nos permite compartilhar pelas MÍDIAS de sua propaganda quase que exclusiva.

Com TECNOLOGIA podemos identificar todos e cada um dos brasileiros e atribuir a cada um deles uma parte da riqueza nacional para que eles vivam e realizem o processo econômico.

Este estudo dá algumas sugestões e faz, também, algumas avaliações de cálculos.

Apesar da dificuldade que temos e que se terá em reconhecer o valor real de cada um dos indivíduos a ECONOMIA PARTICIPATIVA permitirá uma trnsformação revolucionária e transcendente. Podemos ultrapassar qualquer limite que o discurso do CAPITAL com sua ideologia “capitalista” criou e poderá criar.

O estudo e este dimensionamento se baseia na RAZÃO e na aplicação dela no processo de distribuição e de geração de renda e não na DEFORMAÇÃO de realidades e da DESRAZÃO em que hoje nos encontramos através de um massacre diário da MÍDIA empresarial que subverte valores em novelas, noticiários, na explocarção da BOA FÉ religiosa ou profana de todos, transformando o brasileiro em apenas um consumidor de produtos ventáveis em prol da realização de indivídios e de grupos de “capitalistas”, cuja unica razão de existir é acumular CAPITAL, não importando se isto se realiza em nome de Deus ou de um suposto progresso social promovido em programas de domingo, onde se escolhe um eleito e se despreza toda a coletividade em prol de seu ganho, como apresentador de “histórias de sucesso” ou de piadas sobre situações constrangedoras que despertem o riso fácil e no imaginário possamos dizer: “que bom que não aconteceu comigo”.

É neste ambiente que precisamos realizar uma imersão racional e avaliar este estudo.

Estamos prontos para saltar da ECONOMIA do CAPITAL para uma ECONOMIA da TECNOLOGIA como determinante dos rumos a seguir para o BEM ESTAR SOCIAL DAS GENTES.

A ECONOMIA PARTICIPATIVA é uma sugestão para o MODELO BRASILEIRO.

Nos encontramos ante um desafio inadiável para nossa geração. Como que estivessemos frente a uma erupção vulcânica, que é uma obra da Natureza, o instinto de sobrevivência e luta pela vida nos dá somente duas opções nesta hora. Saltar ou morrer.

Desejo que nossa escolha em seguir em frente e saltar seja a correta. De outra forma teremos mais um século de condenação e destruição. Para a HISTORIA é pouco. Para cada um de nós é uma sentença de morte.

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