Gestão Social

medidas

Uma visão de ECONOMIA PARTICIPATIVA na qual todos os sócios tenham recursos suficientes e necessários para uma vida com dignidade a sociedade será transformada.

Se instituida a participação de todos os acionistas/cidadãos à RND RENDA NACIONAL DISTRIBUÍDA de acordo com a potencialidade dE BRASIL S.A. visando atender as necessidades fundamentais de dignidade para todo e qualquer ser humano teremos a inserção no MERCADO de consumo, no MERCADO de produção e de trabalho, no MERCADO de servicos a totalidade dos brasileiros somando mais de 209 milhões de consumidores, mais de 50 milhões de estudantes, mais de 125 milhões de brasileiros com força plena de trabalho e de criação.

Tal evento, se realizado, irá provocar um deslocamento ainda não experimentado por qualquer outra Empresa/Estado.

Conforme apresentado neste trabalho na parte da Apresentação de Conceitos e na Parte I em que apresento a MOEDA que irá ser o meio de troca – CAPITAL – de todos não há que se dizer em CUSTOS de PRODUÇÃO/TRABALHO. Estes custos estão no ORÇAMENTO GERAL DA UNIÃO sendo que anualmente estão sendo direcionados para poucos e sem que os brasileiros Acionistas/Cidadãos estejam sendo na grande maioria beneficiados seja direta ou indiretamente.

O resumo atual de qualquer segmento da GESTÃO PÚBLICA, que seja analisado sob aspecto CONTÁBIL, ECONÔMICO, LEGAL, ADMINISTRATIVO só resultará em JUSTIFICATIVAS de que não se realizou PORQUE NÃO TINHA ORÇAMENTO, não se realizou PORQUE NÃO HAVIA RECURSOS,  não se garantiu PORQUE NÃO FOI CONTRATADO CERTO, não se concluiu PORQUE NÃO HOUVE TEMPO.

Com recursos vinculados numa atuação de ECONOMIA PARTICIPATIVA estes assuntos fluiriam diretamente para os gestores responsáveis nas UNIDADES FEDERADAS e sem necessidade, no que diz respeito ao funcionamento dos serviços básicos de SAÚDE, de EDUCAÇÃO, de ASSISTÊNCIA SOCIAL, de LAZER e de SEGURANÇA de esperar a transferência de recursos. Todos os valores necessários para atendimento são diretamente descontados como contribuição direta a partir da RND para TODOS. Cada UNIDADE FEDERADA irá receber diretamente em conta e ao mesmo tempo do crédito a seus acionistas/cidadãos cadastrados. Alem do que, o FLUXO DE TROCAS irá contribuir com 10% de impostos diretamente para as comunidades em que se encontre os consumidores.

Esta alavancagem social e econômica terá que ser assistida e acompanhada. Não há porque se discutir “contratações” adicionais haja vista que todos os maiores de 20 e menores de 65 anos estão recebendo seu “pro labore” devendo, em conta partida, exercutar função social de trabalho/colaboração para com todos.

Esta demanda de atividades e análise e qualificação de cada um que ainda não estiver inserido na economia, agora ECONOMIA PARTICIPATIVA, demandará a criação de novos tipos de trabalho que possam se ajustar mais a capacidade de contribuição de cada um. Uns talvez se dediquem mais à cuidados de crianças e idosos, outros, por sua vez sejam aproveitados na Educação Infantil e Fundamental, outros na construção civil, na produção industrial, na segurança, na assistência ou na produção de serviços de forma que todos possam estar merecendo a sua participação social necessária.

Todas as pessoas que hoje já tem algum tipo de atividade e de pagamento por trabalho ou funcões que exerçam para terceiros também terão a remuneração de seu “pro labore” social que será descontada da parte que hoje recebe desde que o seu rendimento ultrapasse o valor deste “pro labore”, ou no caso dos maiores de 65 anos, a parcela que ultrapasse o valor “pro vita”.

A parcela que exceder o valor da RND será considerado, para toda e qualquer função exercida como “honorários” assim como toda e qualquer parcela que pague qualquer bem ou serviço adquirido de pessoas físicas. Seja o pagador pessoa física acionista/cidadão ou empresas registradas para explorar atividades econômicas.

Ninguém receberá menos do que recebe hoje, entretanto, milhões de pessoas que não tinham acesso a qualquer benefício participativo na Empresa/Estado que pertenciam e pertecem BRASIL S.A. passarão a ter a sua RND garantida e igual ao que se estipulou necessário para todos de forma linear.

Ninguém irá perder e todos irão ganhar.

A sensação de que a melhoria do outro traz prejuízo a você que é uma “propaganda capitalista” em que aqueles que “acumulam capital” são melhores do que os que não acumulam… propaganda esta que não considera que “os que não acumulam” não tem sequer emprego ou condição de dignidade na vida é uma questão que socialmente será sentida. Entretanto, o desenvolvimento do processo da ECONOMIA PARTICIPATIVA irá corrigir os vícios sociais que foram marcados por violações profundas no respeito humano e que construiram a derrocada de um modelo “capitalista” de produção, de consumo e de geração de capital para uso de poucos em prejuízos da quase totalidade de acionistas/cidadãos na Empresa/Estado BRASIL S.A.

A coexistência de DUAS MOEDAS não gerará problemas, haja vista que esta é a única forma de transição possível de uma ECONOMIA de CAPITAL SELVAGEM para uma ECONOMIA PARTICIPATIVA em que o CAPITAL se torne apenas num elemento essencial da economia exercendo a função de TROCA que se realiza com a MOEDA.

Na PARTE II foi abordado a MOEDA e na PARTE III os FLUXOS, inclusive, o FLUXO de RETRO-ALIMENTAÇÃO da ECONOMIA PARTICIPATIVA que serão os IMPOSTOS, CONTRIBUIÇÕES e TAXAS que incidirão de forma diferenciada sobre as DUAS MOEDAS. A MOEDA “BITBEM” (B$) e a MOEDA “REAL” (R$).

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